Cultura da empresa é principal motivação para 58% dos devs na hora de escolher emprego, revela pesquisa

 

conclusão faz parte de estudo realizado pela escola de tecnologia Trybe com suas pessoas estudantes. Remuneração foi citada por 35% dos entrevistados e localização da empresa por apenas 4%

 Trybe, escola de tecnologia e promissora startup brasileira que oferece formação de alta qualidade em desenvolvimento web, realizou uma pesquisa com parte das suas pessoas estudantes para entender qual é a principal motivação para que esses profissionais escolham uma determinada vaga e não outra. O levantamento revelou que 58% dos devs em início de carreira indicam a cultura organizacional como o principal fator determinante para participarem de processos seletivos, a frente inclusive, do quesito remuneração.

“Com a pandemia, tudo mudou, inclusive as prioridades das pessoas. Na perspectiva do mercado de trabalho de tecnologia, em específico na área de recrutamento, uma dessas mudanças é o peso atribuído à cultura organizacional”, afirma João Duarte, cofundador e VP de Arquitetura, Dados e Segurança da Trybe. “Não é por acaso que um recente estudo do LinkedIn mostrou que houve 67% de aumento no engajamento de publicações que mencionam a cultura das empresas em comparação a 2019”, complementa o executivo.

Os critérios mais citados pelos alunos da edtech na pesquisa que era de múltipla escolha foram na ordem: cultura da empresa, com 58%, stacks (linguagens e ferramentas) das vagas, com 55%, plano de carreira, com 41%, benefícios, com 37%, remuneração, com 35%, reputação da empresa no mercado, com 30%, desafio profissional, com 28%, e em tempos de home-office e trabalho híbrido, a localização ficou na lanterna com apenas 7% de citação.

Os devs, mas não só eles, estão em busca de trabalho mais flexível e equilibrado entre a vida profissional e pessoal.  As organizações, por sua vez, estão buscando formas de suprir a expectativa dos colaboradores, além de maneiras de construir uma imagem positiva de marca empregadora, o conhecido employer branding. Um ponto de partida essencial para alcançar esse reconhecimento é estar alinhado com a cultura do local de trabalho. Permitindo que os funcionários avaliem se a cultura organizacional está em linha com seus princípios e valores.

A pesquisa realizada com 180 alunos ainda quis saber qual o principal ponto avaliado na hora de seguir ou não em um determinado processo seletivo. Novamente a cultura da empresa despontou com 26% dos votos dos entrevistados, que podiam escolher mais de uma opção entre as oferecidas. Com 16%, o tempo do processo foi a segunda opção mais citada, seguidos de: stacks com 10,7%, alinhamento de objetivo com 8,4%, transparência do processo com 6,9%, remuneração e o site de avaliações de empresas, Glassdoor, empataram com 6,1.

“A área de TI apresenta uma das maiores taxas de rotatividade de pessoas colaboradoras nas empresas de todo o mercado. Lembrando o quanto é difícil preencher o déficit do setor, por isso esse alinhamento de valores é um passo para que os colaboradores se tornem, no futuro, promotores da empresa e além disso, construam uma carreira sólida e se desenvolvam como os profissionais sêniores que as empresas tanto buscam”, conclui João Duarte.

Sobre a Trybe

Fundada em agosto de 2019 por Claudio Lensing, João Daniel Duarte, Marcos Moura, Matheus Goyas e Rafael Torres, a Trybe é uma escola de tecnologia que oferece uma formação de alta qualidade em programação e totalmente focada no sucesso profissional dos estudantes. Mas, detalhe importante, a pessoa estudante  da Trybe pode só pagar pelo seu curso quando estiver empregada. Mais de 90% dos profissionais formados pela Trybe conseguem trabalho em tecnologia em até três meses após a conclusão do curso. Mais de 200 mil pessoas já se inscreveram para estudar na Trybe. A edtech já recebeu US$ 50 milhões em três rodadas de captação – seed, Série A e Série B -que contaram com a participação de investidores de peso como Base Partners, Untitled, XP Inc. Atlantico, Canary, Global Founders Capital, Endeavor Scale Up Ventures, Verde, Luxor e Maya Capital, além de profissionais renomados como José Galló, Nizan Guanaes, Armínio Fraga e Hans Tung. Anteriormente, os sócios fundadores da edtech criaram o AppProva, ferramenta gratuita que já ajudou milhões de estudantes na preparação de exames como Enem e OAB, vendida para a Somos Educação em 2017. Para mais informações, acesse www.betrybe.com.

 

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