Inovação em tecnologia melhora a cadeia logística

 

Grandes empresas encontram soluções inteligentes na open innovation para melhorar a experiência do consumidor final e garantir mais eficiência e rapidez

Não é novidade que termos como e-commercedeliverydrive-thru e marketplace ganharam muita notoriedade desde o início da pandemia. Segundo o índice MCC-ENET, desenvolvido pela câmara-e.net em parceria com o Movimento Confie & Compre da Neotrust, a expansão do e-commerce no Brasil somente em 2020 foi de 73,88%. Os números revelam, ainda, que o faturamento do comércio eletrônico no país cresceu 83,68% no ano passado. Diante desses dados, é inevitável que as empresas de logística e as que precisam de logística se adequem à nova realidade.

Segundo especialistas, a transformação digital é a grande sacada das companhias que não querem perder espaço, especialmente porque as experiências de compra estão cada vez mais personalizadas. “A persona é um componente da cadeia logística que tem de ser olhado, entendido e trabalhado. Hoje, o consumidor está efetivamente no processo logístico de qualquer empresa ou tecnologia. Ele consegue acessar onde o produto está, acompanhar a entrega e avaliar o produto pelo celular”, avalia Antonio Wrobleski, presidente do Conselho de Administração da Pathfind.

A criação de soluções inteligentes que têm o objetivo de facilitar e melhorar a experiência do consumidor final caminha a passos largos e, dessa forma, a inovação aberta tem sido uma saída eficiente adotada por grandes empresas. A plataforma brasileira Open 100 Startups divulgou os dados de um levantamento que aponta que a quantidade de empresas que investiram em inovação durante a pandemia teve um crescimento considerável. Segundo a pesquisa, de 2020 a 2021, houve um aumento de 96% nos contratos de open innovation entre empresas e startups (de 1.968 para 3.334), passando de R$800 milhões para R$2,2 bilhões.

Para Wrobleski, esse aumento só tende a continuar: “As grandes empresas têm dinheiro, mas não têm rapidez e braços para desenvolver os pequenos nichos e acompanhar a concorrência das pequenas empresas. O futuro, que está muito próximo, é uma fusão de soluções impensáveis há cinco anos”. Em relação à logística, por exemplo, as empresas de tecnologia buscam diminuir os custos de operação sem deixar de considerar a eficiência e a rapidez, melhorando os processos por meio da gestão de estoque e da redução de erros, basicamente. “Quem não parar para olhar as mudanças que estão acontecendo vai ficar para trás muito rapidamente”, finaliza o profissional.

Sobre Antonio Wrobleski

Antonio Wrobleski é presidente do Conselho de Administração da Pathfind. Engenheiro, com MBA na NYU (New York University), também faz parte do Conselho da BBM Logística e e sócio da Awro Logística e Participações. Ele foi presidente da Ryder no Brasil de 1996 até 2008, em 2009 montou a AWRO Logistica e Participações, com foco em M&A e consolidação de plataformas no Brasil. Foi Country Manager na DHL e Diretor Executivo na Hertz. O trabalho de Antonio Wrobleski tem exposição muito grande no mercado Internacional, com trabalhos em mais de 15 países tanto no trade de importação como de exportação. Além disso, ele é faixa preta em Jiu-jítsu, há 13 anos, e pratica o esporte há 30 anos.

Sobre a Pathfind

A Pathfind é uma empresa brasileira de software para a cadeia logística com especialização em ferramentas de roteirização e otimização inteligente de distribuição de cargas. A demanda por mais inteligência na distribuição de cargas com o aquecimento do e-commerce impulsionou os negócios da Pathfind, que oferece tecnologia para otimização dinâmica das rotas. Desde março, a carteira de clientes cresceu 40% acima do esperado e a previsão de crescimento para 2020, feita em janeiro, dobrou. Atualmente, a empresa atende a mais de 400 clientes, entre eles FedEx, DHL, Votorantim Cimentos, Nestlé e Heineken.

Website: http://www.pathfind.com.br

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